novembro 17, 2004

Se me deres a mão, queimar-te-ei os dedos

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Évora, 2004


Somos todos cravos e contradicionários. É tudo. Cada vez mais me convenço que as palavras são putas desdentadas que me deixam sempre aquém. Gostava de ter um acordeão em vez de boca e rés, mis e fás em vez de sílabas mornas, e acordes menores em vez de frases mal amanhadas. Arrependo-me de, daquela vez que a minha professora da segunda classe me perguntou o que queria ser quando fosse grande, me ter calado enquanto pensava homem orquestra.


O homem da concertina:
(http://www.mapleshaderecords.com/reviews/mp3s/derranegavin3.mp3)
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3 comentários:

DelEnd disse...

Uma bela cidade, uma bela cidade para fotografar, uma bela fotografia.

Anónimo disse...

adoro o pormenor da nossa senhora e uma moça jeitosa em cima

A. disse...

...ler-te.





:)